Tuesday, 4 October 2011

Wall Street

Sergio Cabral e Eduardo Paes importaram este mimo para as Olimpíadas.
http://the99percent.imgur.com/occupy_wall_street%20#99Percent

Sunday, 2 October 2011

Friday, 22 July 2011

Paris, c'est fini!

Incrível o trabalho de Michael Wolf a partir de imagens do Google Street View.
O artista devolve as imagens às ruas em grandes ampliações, que dialogam com cenas que povoam nosso inconsciente coletivo, como a clássica de Doisneau "Le baiser de l'hotel de ville".

Lembra ainda o trabalho 9 eyes, que já citamos aqui no blog também.

Sunday, 20 March 2011

Home video collection: Big brother, mother, son, father...

Maluco instalou um CFTV em casa pra acompanhar o filho.

MIT researcher Deb Roy wanted to understand how his infant son learned language -- so he wired up his house with videocameras to catch every moment (with exceptions) of his son's life, then parsed 90,000 hours of home video to watch "gaaaa" slowly turn into "water." Astonishing, data-rich research with deep implications for how we learn.

Friday, 18 March 2011

RT @mussel

Edição do dia 17/03/2011

18/03/2011 01h55 - Atualizado em 18/03/2011 02h26

Processamento de imagem ajuda a


polícia identificar foragidos

O projeto piloto, de uso da tecnologia de reconhecimento facial, está sendo implantado em Canoas, no Rio Grande do Sul. Por enquanto, duas câmeras estão conectadas a lista de 250 foragidos da polícia.

Michelle Barros e Flávio Fachel

Canoas e Nova York

A polícia encontrou na moderna tecnologia de processamento de imagem uma importante ajuda para encontrar foragidos.

É só prestar atenção: elas estão espalhadas por aí. Olhares indiscretos e atentos por todo o canto.

Em Canoas, município da região metropolitana do Rio Grande do Sul, está sendo implantado um projeto piloto de uso da tecnologia de reconhecimento facial na segurança pública.

As câmeras que fazem a identificação foram instaladas em estações do metrô de superfície que passa por várias cidades da grande Porto Alegre.

A câmera precisa ter resolução mínima de 720 por 480 pixels. A solução é um programa, o cérebro que processa tudo o que a câmera vê. Ele captura a imagem do rosto e procura pelos olhos. Mede as distâncias em relação ao nariz, boca, queixo, testa, e transforma tudo em vetores. Depois, tudo é convertido num algoritmo que vai ser comparado com as imagens já armazenadas no computador.

“A gente está justamente nessa fase. A gente está indexando o banco de dados dos foragidos da cidade de canoas com esse software de identificação facial. Então à medida em que haja uma compatibilidade da face do foragido com esse software, o sistema sinalizará com alarme sonoro e as forças policiais terão informação para captura desse indivíduo foragido”, explica o secretário de Segurança Pública, Eduardo Pazenato.

Por enquanto, duas câmeras estão conectadas a lista de 250 foragidos da polícia. Dá pra fazer mais: um HD de 40 giga suporta até cinco milhões de fotografias, mas por enquanto, em Canoas, ainda é um teste.

“Não devo nada, então onde eu vou, quem quiser olhar me viu, quem não quiser não viu e vou em frente”, diz o gesseiro Manoel Pinheiro.

Num teste, feito nos Estados Unidos, mesmo com rosto coberto, o programa identifica três fisionomias semelhantes. Uma delas tem 56% dos pontos parecidos. O suficiente para disparar um alarme.

“Não vamos ter mais um olho para cada câmera. Vamos ter um olho biônico olhando ai bilhões de câmeras e até certo ponto pensando pelo homem. E identificando suspeitos”, fala o gerente de contas estratégicas da ISS, Eduardo Ramos.

Imagine um sistema de câmeras capaz de perceber quando alguém faz algo errado. De modo automático, sem que seja preciso alguém em uma sala de segurança acompanhando tudo em dezenas de monitores.

Pois esse sistema já existe e está de olho em médicos e enfermeiras de um hospital do norte do estado de Nova York, que não autorizou a gente a entrar para mostrar como tudo funciona.

Por isso, a equipe do Jornal da Globo foi até o laboratório onde o dedo-duro eletrônico foi inventado.

Saiba o que acontece na simulação quando um dos cientistas "esquece" de fazer a limpeza obrigatória. "Por favor, lave suas mãos", diz a voz gerada pelo computador.

Não há ninguém observando as imagens. O computador faz tudo sozinho com seus olhos eletrônicos. Assim, é possível ter certeza de que médicos e enfermeiras realizaram direitinho todos os procedimentos.

“Integramos visão eletrônica com outras tecnologias, como inteligência artificial. A câmera só enxerga a cena. Mas a informação, depois, é processada pelo computador. Eu acho que a mesma tecnologia poderá ser usada para muitas outras coisas no futuro”, diz o engenheiro Kunter Akbay.

E se fosse possível ir além?

Em um outro laboratório, a cientista dize ser capaz de decifrar a "linguagem corporal".

Um bracelete com eletrodos armazena e transmite informações captadas na pele das pessoas.

Temperatura, quantidade de suor. Variações quase imperceptíveis, mas que não escapam dos delicados circuitos e o que o computador vê também é importante.

Ao chegar com o rosto perto da câmera do computador, o programa automaticamente cria pontos vermelhos.

São 22 pontos que servem para localizar as sobrancelhas, os olhos, o nariz e a boca e ainda tem essas linhas pretas, que servem para captar o movimento do meu rosto.

Com tudo isso, os criadores do programa dizem que são capazes de descobrir o que sentimos.

Aprovação, reprovação, alegria, tristeza, indiferença. No meio da demonstração, a equipe do Jornal da Globo tenta imaginar como o computador consegue fazer tudo isso tão rapidamente.

Ele percebe que o repórter Flávio Fachel, está pensando. A tecnologia está sendo desenvolvida para a realização de pesquisas online. Um vídeo será enviado para um grupo de pessoas e a própria câmera do computador de cada um vai ser usada para captar as reações dos, digamos assim, entrevistados.

Será possível descobrir que parte do vídeo mais agradou, o que não chamou a atenção, o que causou repulsa ou descontentamento. Tudo sem que ninguém precise precisem preencher nenhum questionário.

Pois então, prepare-se: as câmeras que mostram tudo, de verdade, estão chegando.

Friday, 18 February 2011

Surveillance avec décadence

CFTV de presídio em Minas é usado como TV interativa dos agentes penintenciários.
As gravações, que constituem uma espécie de reality show em estado bruto, servem para alimentar o telejornal e eventualmente como evidência em processo criminal.
As câmeras buscam os acontecimentos, o que leva a crer que o "vigia" estava atento ao que ocorria, mas como "cinegrafista", "espectador" - ou voyeur. O repórter sensacionalista se pergunta "porque eles preferiram filmar em vez de repreender as ações criminosas?"

Monday, 7 February 2011

BEYOND SURVEILLANCE

SOUTH COAST (ENGLAND)

BEYOND SURVEILLANCE
Artistic strategies against video surveillance.

9 February 2011, 20:00 – Electric Palace Cinema, Hastings
10 March 2011 – Aspex Gallery, Portsmouth
19 March 2011, 16:30 – South Hill Park Cinema, Bracknell (honorary coast town)

Programme of short videos, curated by Manu Luksch and presented by VideoClub, on tour around the South of England. Features works by Paola Barreto, Caspar Below, The Bureau of Inverse Technology, Manu Luksch, Michelle Teran, U.R.A.Filoart, David Valentine, and Yangachi.



VideoClub
http://www.videoclub.org.uk/Events/Default.html#BEYOND_SURVEILLANCE

Culture 24
http://www.culture24.org.uk/art/photography+%26+film/art312919

Electric Palace, Hastings
http://www.electricpalacecinema.com

South Hill Park Cinema, Bracknell
http://www.southhillpark.org.uk

Aspex, Portsmouth
http://www.aspex.org.uk
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