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2012/4/30 Marcela Canavarro :
China will soon overtake Britain, with around 3m cameras, as the capital of video surveillance. Yet China is far from alone. In many democracies surveillance cameras are multiplying, too. And face-recognition technology is proving a wonder tool for both governments and marketershttp://econ.st/JvoWaQ
Ato falho
Trabalho de conclusão de curso de Leonardo Pimenta na ECO/UFRJ discute o impacto das tecnologias de vigilância nas relações sociais
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Sujeito Inseguro
Acho o fim que quatro pessoas, incluindo trocador e motorista, tenham estado dentro do ônibus onde aconteceu uma violência contra uma criança, e ninguém tenha visto, interferido, alertado, prestado atenção.
"As imagens da câmera de vigilância do ônibus já estão com a polícia."
"As imagens da câmera de vigilância do ônibus já estão com a polícia."
Agora as imagens do homem entrando no ônibus se propagam na web.
Será que pelo fato de haver uma câmera, as pessoas param de se preocupar umas com as outras, de se sentir responsáveis pelo cuidado com o que acontece a sua volta?
Deveria ser assim: a câmera só grava quando não há ninguém. Se houver alguém, é esta pessoa que está atenta e cuidando do local.
Triste delegar à câmera a faculdade de atenção e cuidado... a câmera não interfere, não interpela, não alerta, não consola e não protege.
A câmera registra imagens, que eventualmente irão alimentar os jornais e as redes sociais. Imagens de um homem mulato, de cabelo raspado, com aproximadamente 1.63 de altura com uma mancha no braço.
As pessoas deveriam estar mais presentes, mais alertas, mais solidárias e mais próximas. Câmeras servem para fazer filmes. Pessoas podem cuidar de pessoas.
Thursday
Lá em Mauá
Oficina de mapeamento aéreo na Nuvem com Andres Burbano, artista colombiano que incluímos em nossa curadoria Surveillance Art in Latin America.
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