Tuesday, 22 June 2010

Thursday, 17 June 2010

CALL FOR ARTISTS

La tercera edición del Simpósio de la Rede Latinoamericana de Estudos sobre Vigilancia debe acontecer en marzo, en Buenos Aires, Argentina.

Se está organizando, paralelo al evento, una muestra de trabajos de artistas y/u activistas que explotan el tema de la vigilancia y del control por medio de estrategias artísticas.


Grandes panoramas del que se llama Surveillance Art se realizaron con éxito en paises de Europa y Norte America, reuniendo la producción de artistas oriundos de estos continentes.

Sin embargo, poco se sabe sobre los trabajos desenvolvidos en este campo en los países de Latino-america, donde el tratamiento de este tema toma un camino próprio, relacionado a las complejas realidades sociales y históricas da região.

En este sentido, convocamos artista de videoinstalación, circuitos de video, videoarte, novas midias, performers, activistas y personas que trabajen con vigilancia, contra-vigilancia, RFIDs, GPS y otros dispositivos a nos enviaren la dirección eletronica para sus trabalhos, para que posamos empezar un mapeamento de lo que se esta produziendo en la región en los ultimos años.


Les agradecemos desde pronto!

surveillance@manifesto21.com.br

Monday, 14 June 2010

Copy&Paste Sagi Groner

SINOPSE:
Sagi Groner I Israel

Sagi Groner 04 11 2002.- 2003 20 min
Existem lugares onde até mesmo uma caminhada da sua casa até o shopping mais próximo pode se tornar uma viajem significativa de auto-contemplação e descoberta.
Israel pode ser este tal lugar.
Sagi Groner, um artista de viveu na Holanda por 7 anos, passou seu aniversário lá em Israel com alguns amigos próximos, um homem-bomba atingiu um shopping a poucos blocos. Um tanto quanto relutante seus amigos concordaram em ir ao sítio com ele.
04-11-02 é o vídeo-diário do filmmaker indo ao sítio e voltando para casa a medida que tem discusões surpreendentemente reveladoras e intimas sobre o assunto.
Estas converas (em sua maioria entre os personagens e não para a câmera) representam um ângulo sombrio e ocultos do supra-mediático conflito do médio oriente, um que carece as familiares emoções acaloradas de política e religião, acima dos clichés mastigados de uma guerra sem fim.
Provavelmente devido a dualidade forasteiro com o nativo de Groner em Israel, quem permanece por trás da câmera, o filme consegue investigar poderosamente na realidade mundana e privada de viver em uma sociedade empesteada por ataques suicídas.



GATE TO THE EU 1min - 2003
Um vídeo de um miunto que consiste em uma cena de uma porta giratória no aeroporto de Schiphol, Amsterdam, Holanda.
Fora dos reflexos giratórios caleidoscópicos e pessoas passando por este portão giratório para dentro do território da EU, momentos “ocultos” de simbolsimo são capturados.
A porta pausa duas vezes dentro deste minuto, cada pausa revela a natureza “verdadeira” simbólica da porta giratória na mente do artista.
É uma porta giratória, e apesar de parecer fácil adentrá-la, e dela brilharem cores cintilantes, é também uma illusão e ela também rapidamente te cospe para fora. E está finalmente fechada.
O artista Israelense tenta ficar e viver na Eurpoa e está lutando pela permissão de residir há anos, e esta porta tem um valor tanto realístico quanto simbólico para ele.


GET OUT OF MY FUCKIN SPACE - 1:00 - 2003
Um vídeo poema composto de imagens de viajem e luta juntamente com vozes de personagens que expressam sua jornada em sensações, medo, crenças e realizações.
O texto foi obtido de entrevistas com 5 membros da exposição sanctuary mental space (SMS) no museu central Utrecht em novembro de 2003.
Destas falas gravadas , amostras de discurso foram montadas para serem o script do filme.






Blue Journey 5’30”

Um vídeo-poema composto de imagens de viagens e lutes juntamente com vozes de personagens que expressam sua jornada em sensações, medo, crenças e realizações.
O texto foi obtido de uma entrevista com 5 membros da exposição sanctuary mental space (SMS) no museu central Utrecht em novembro de 2003.
A partir das gravações destas falas, amostras de discurso foram reunidos a serem o script do filme.



“LOST”

Uma voz confessa sobre questões tipo informação excessiva, e-mails, sensação de estar perdido, desconectado, sistemas deslocados auto construídos, mecanismo de resistência, solidão como imagens lentas de saltadores de esqui que voam pelo ar, como uma imagem metafórica para a velocidade, medo e euforia e sensação de zero gravidade em tempos contemporâneos.


Top Light and The Haunted Man - 2004 -12 minutes
Neste vídeo de tela dividida Groner explora relações entre viver em um estado de hipnose, Big Brother e as indústrias e ciências de percepção. Nesta colagem sugestiva, usando cenas de arquivo do pré e pós 2GM ao lado de fotos de satélite, imagens de câmeras de segurança e web cams, a história do The Haunted Man (Homem Assombrado) se revela. Claire e Don, os personagens principais, questionam juntamente com o espectador sobre estar acordado e atento, ao passo que eles se deixam levar para dentro e para fora do estado de hipnose em sua busca pela Top Light (Luz de Cima).

Sunday, 10 January 2010

copy paste partido pirata

"Não precisa escanear, já estamos pelados" - Piratas tiram a roupa no aeroporto

Cercados por policiais, ativistas piratas desfiliam pelo aeroporto em direção ao scanner, no aeroporto Berlin-Tegel

Conforme anunciado, ativistas do Partido Pirata tiraram a roupa para protestar contras os novos escanners que violam a intimidade das pessoas e os direitos individuais e servem aumentam os lucros da indústria do medo.



Fontes: BZ-Berlim, Maerkische Oderzeitung,

Sobre o novo tipode scanner: BOL, Ciência Hoje, MeioBit, JB Online

Tuesday, 5 January 2010

Cerimônias ao vivo pela internet

A edição de novembro de 2009 da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios conta que na capela do santuário do Cristo, os casamentos e batizados são filmados por quatro câmeras para que estes eventos possam ser transmitidos ao vivo pela internet. A responsável pela ideia é a empresa Radiocom, especializada em equipamentos de vigilância.

Wednesday, 23 December 2009

copy and paste Folha de SP

23/12/2009 - 07h02

Um milhão de câmeras de segurança gravam São Paulo em reality show às avessas

Quem transita pela capital paulista é gravado por mais de 100 câmeras diferentes, desde o elevador de seu prédio, aos cruzamentos de avenidas, à lojinha da esquina, à plataforma do metrô e até à mesa de trabalho. É tanta filmagem que daria para montar um longa-metragem diário e individual, tão arrastado como um filme iraniano e tão previsível como um blockbuster norte-americano.



Um reality show às avessas: 41 milhões de protagonistas e só poucas centenas de espectadores. Essa pode ser a definição do monitoramento eletrônico no Estado de São Paulo, que deve chegar até o final do ano com um milhão de câmeras de segurança (50% está na região metropolitana). A grande maioria está em mãos privadas.

GRUPO DE DISCUSSÃO

Você se sente protegido ou vigiado com tantas câmeras de segurança nas cidades brasileiras?

Esse número foi projetado pela Abese (Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança), com base nas vendas em 2009. E deve causar arrepio em quem tem mania de perseguição, mas a polícia prefere não pensar nisso.

"No começo, achei que poderia provocar uma paranoia, mas na verdade houve muita aceitação e poucas críticas", comenta Dalmo Álamo, superintendente de operações da Guarda Civil Metropolitana, que aponta 83 câmeras para vigiar o centro de São Paulo.

Suas lentes têm capacidade de zoom de um quilômetro para afastar ladrões, traficantes e camelôs. "Com essa capacidade poderíamos entrar pela janela dos apartamentos particulares, mas cada operador tem uma senha e um supervisor, para evitar qualquer desvio na função e quebra de privacidade", completa Álamo, que aponta a redução em 50% nos locais filmados.

ONIPRESENTE E ONISCIENTE

  • Leonardo Wen/Folha Imagem

    Câmera na entrada de igreja do Calvário, na zona oeste de São Paulo, tenta intimidar ladrões

  • Patrícia Stavis/Folha Imagem

    Circuito interno de loja mostra em uma só tela oito imagens, no estilo fragmentado dessa tecnologia

  • Tuca Vieira/Folha Imagem

    Centro de monitoramento da Praia Grande controla o movimento no centro da cidade litorânea

Ele chama de hot spot (pontos quentes) os cenários gravados. Em 2010, mais 135 deles entrarão no sistema, que deve ser integrado com o da Polícia Militar e CET (Companhia de Engenharia de Tráfego). E a tendência é migrar das objetivas para a periferia da cidade. "O videomonitoramento cria ilhas de segurança. O delito muda para outro lugar. E é para lá que mandamos nossos policiais", explica o superintendente.

É obrigatório o paralelo com o livro "1984", do escritor britânico George Orwell, que relata uma sociedade totalitária controlada pelo Big Brother (líder fictício cujo nome batizou o programa mundial de TV) por meio de "teletelas". O personagem principal escreve seu diário no único quarto que escapou do monitoramento estatal.

O próprio sistema de circuito interno de vídeo foi criado em 1942 na Alemanha nazista, desenvolvido em parte pela empresa Siemens e usado durante a Segunda Guerra Mundial para observar o lançamento dos foguetes V-2.

"Em um Estado brando como o nosso, as câmeras servem para segurança, mas em um governo policialesco poderiam servir para o controle político, assim como outras tecnologias", analisa Renato Janine Ribeiro, professor de filosofia da USP (Universidade de São Paulo) conhecido por suas opiniões sobre temas sobre violência.

O parâmetro de Estado policial também é germânico: a Stasi, polícia política da Alemanha Oriental, com 90 mil agentes infiltrados plantando câmeras e microfones nas casas e minutando o dia-a-dia dos potenciais opositores. Segundo Mário Louzã, psiquiatra do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, a combinação de tecnologias pode aumentar a sensação persecutória. "Colocar CPF nas notas fiscais ou rastreadores em carros geram mais informação sobre as pessoas do que as câmeras de segurança", afirma.

Já para Janine, a tecnologia é um instrumento que não gera poder, mas aumenta o poder de quem maneja esses vídeos - a maioria em mãos privadas. "A sociedade aceita porque essas câmeras criam uma sensação de segurança, mas é preciso estabelecer limites. Acho que as filmagens por celular podem ser perigosas, afinal, na maioria das vezes é difícil saber quem é o autor", opina o filósofo.

De acordo com o advogado especialista em direito público Carlos Ari Sundfeld, ainda é necessária uma regulamentação para as empresas de segurança, as grandes detentoras de tantas imagens. "São verdadeiras guardas privadas que cresceram muito nos últimos anos. É preciso criar regras para a gravação, armazenamento e apagamento dessas imagens."

Um exemplo disso é a empresa de segurança privada Haganá, que monitora 800 condomínios e 300 indústrias em São Paulo - chega a ter 100 câmeras em um único prédio. "Adotamos o conceito israelense de defesa: a guerra é da fronteira para fora. Por isso, as imagens têm que se concentrar na calçada do prédio, onde está nosso inimigo", define José Antonio Caetano, diretor comercial da empresa. Haganá, que significa "proteção" em hebraico, tem como diretor operacional José Bernardes Markuz, que serviu no exército de Israel.

O PODER DA IMAGEM

AFP
O procedimento padrão, tanto em órgãos públicos quanto em empresas privadas, é apagar automaticamente as imagens armazenadas após um período que vai de uma semana a um mês. Em geral, apenas um encarregado tem acesso a esse conteúdo durante esse tempo.

Contudo, o ponto mais frágil do processo e que pode gerar o vazamento de imagens por parte de hackers é a conexão das câmeras para as centrais de monitoramento. Em geral, é feita por banda larga. No caso do Metrô é diferente: como a companhia de transporte tem uma rede física, utiliza fibra ótica para a transmissão de vídeos.

A guarita blindada é o QG do prédio. O porteiro (ou controlador de acesso, como eles preferem chamar) é funcionário deles e não pode ser visto nem pelos moradores. Se deixa aberta a porta da guarita ou permite a entrada de alguém, é repreendido via rádio pelos operadores de monitoramento a quilômetros de distância. "Outro dia, um rapaz estranho entrou na guarita do prédio do [piloto de F-1] Felipe Massa. Acionamos nossas viaturas, mas depois descobrimos que era um pedreiro", conta Caetano.

Para Janine, essa vasta profusão de câmeras atualmente causou o surgimento das "imagens-lixo". "São vídeos sem informação, sem interesse. É impossível ver tudo isso tamanha a profusão de imagens."

Richard Pereira comprova diariamente isso. Ele é supervisor do Centro de Controle da Segurança do Metrô e comanda três operadores. O quarteto é encarregado de monitorar 948 câmeras, número que vai chegar a 1.400 no ano que vem. Um volume de pessoas entre catracas, corredores, vagões e plataformas desfilam diante deles durante as oito horas de expediente, acionando via rádio quando algum imprevisto acontece.

"Os trens e os passageiros seguem linhas retas. Qualquer movimentação diferente chama a atenção. Dessa forma podemos controlar tantas câmeras", passa a receita Pereira, que trabalha há 21 anos no metrô, que desde a inauguração em 1974 tem um sistema de TV interno. Só na estação Sé, há 35 lentes para acompanhar 750 mil pessoas que passam diariamente por lá.

Muitas dessas imagens, porém, acabam nos telejornais, como parte dos "giros de reportagem" e "show de imagens", como a do bebê que caiu nos trilhos na Austrália ou a bêbada que quase foi atropelada nos EUA. "Antes as câmeras eram caras e estavam na mão de poucos. Hoje, a mídia tem que lidar com essas imagens que não são produzidas por ela", afirma Laurindo Leal Filho, professor aposentado da Escola de Comunicações e Artes da USP.

Para Leal, um dos reflexos da enxurrada dessas imagens no noticiário é as pessoas se acostumaram com a estética desbotada e desenquadrada dessas câmeras. "Durante 30 anos o brasileiro foi condicionado com o tal padrão Globo de qualidade, mas essa profusão de câmeras e a internet derrubaram isso. As pessoas querem o conteúdo desses flagrantes. Acho que até por isso a TV digital não emplacou por aqui. As pessoas não querem ver o fio da bolinha de tênis, querem ver imagens que tragam informação, mesmo com a baixa qualidade dessas câmeras de segurança", analisa.

Wednesday, 9 December 2009

relações entre video e arquitetura

Conhecendo o trabalho de Aernout Mik pelas mãos da Dani, jóia.



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